2 comentários em “Guerras e eu!”

  1. Sebastiao santana says:

    Guerras e eu! mas, e eu com isso? como posso eu mim contradizer a mim mesmo? sim, pois eu mesmo estou nesse contexto… estamos no altar sacrificial da ganancia humana, somos o escudo frágil desta classe poderosa da ganancia insaciável, nada é o suficiente exceto o poder e poder e mais poder… A barbaridade da Guerra tem causado sofrimento incalculável não só nos diretos participantes como nos familiares, amigos e sociedades inteiras. A história humana é uma crônica longa de guerras. Nós, os inocentes, o que temos haver com as ações seja diretamente ou indiretamente com a irracionalidade desses abutres? Só sei dizer que o mundo esta cheio de sofrimento humano… o sofrimento é constante… mas, em meio a essas circunstancias de horrores, temos a bíblia… mas, o que ela pode nos dizer a respeito das guerras e sofrimento? Muitas coisas, entre elas é; qual o ponto de vista da bíblia? O ponto de vista da Bíblia: Realista e encorajador. Tenho uma leve impressão que o homem tem espalhado o sofrimento intencionalmente.
    BY EMILIANO JAMBA… gostei de sua matéria. Que Deus os abençoe ricamente.

  2. Emiliano João says:

    Muito obrigado meu irmão Sebastião Santana, pela força. Me alegro pelo “feedback”. Também tenho a dizer que gostei muito de sua reflexão…realmente a busca pelo poder e mais poder permeado pela ganância têm feito com que o humano fique a mercê dos “poderosos” deste mundo.
    “A história humana é uma crônica longa de guerras”. E como!!! Contudo, é também uma crônica de superações, e são elas que surgem como luminares de que por mais feio pareça estar as coisas, ainda é possível lutar pela vida. E para tal, a igreja não pode abster-se da vida política, ou seja, precisa também percorrer por uma ação política. Como portadora de uma mensagem do reino ela atua no mundo anunciando uma esperança e denunciando toda a pareça do mal. A esse respeito, Cavalcante, no seu livro cristianismo e política, analisando os princípios para uma ação política da igreja, irá dizer que a perspectiva do compromisso da igreja com o reino de Deus passará pela valorização da pessoa humana, pela prática da verdade (como o eixo das relações humanas), pelo uso da liberdade, uma vez que ela está implícita a premissa anterior pois só assim poderá “viver e atuar de forma plena como pessoa sem imposições arbitrárias”p.261, pela Justiça, Pela paz, pela solidariedade e pela democracia. Contudo todas estão relacionadas uma nas outras: A verdade levará a busca pela liberdade, a liberdade pela justiça a justiça pela paz, a paz pela solidariedade e a solidariedade por um sistema organizacional capaz de respeitar os direitos de todos e de promover, restaurar, desenvolver a dignidade da pessoa humana. Se uma delas for comprometida todas as demais também serão frustradas. Quanto a bíblia, ela ocupa um papel primordial para tais reflexões ou nas palavras dos reformadores Ele tem primazia em qualquer abordagem do género afinal ela norteia todo nosso viver se configurando em “lâmpada para nosso pé e luz para nosso caminho”.
    quanto ao mal ou sofrimento espalhado pelo ser humano, realmente dá esta impressão e talvez alguns o fuçam mesmo propositalmente, porém nossa missão é fazer o sentido oposto. Não entrado nesta “banalização do mal” generalizada. Assim anunciaremos ao invés do ódio o amor, ao invés do terror a harmonia, da individualidade à solidariedade, da guerra à paz etc.
    até!
    abraços .

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